Luminus - O Musical

A ghostlight ou, em tradução livre, “luz fantasma”, é uma ferramenta de luz elétrica utilizada em teatros para iluminar o palco depois que o local tem toda a sua iluminação apagada ao fim do dia. A maior parte das informações, pesquisas e histórias que tratam do assunto fazem parte da tradição de teatros dos maiores produtores de Teatro Musical do mundo: Estados Unidos e Inglaterra. A origem exatas do termo ainda são obscuras. O Dicionário Histórico do Teatro Americano, por exemplo, diz que a luz fantasma "vem dos dias dos teatros a gás e refere-se a luzes medianamente iluminadas usadas para aliviar a pressão sobre válvulas de gás". Matt Stern, stage manager de espetáculos da Broadway, trabalha no ramo há mais de 20 anos. Entrevistado pelo site Atlas Obscura, ele assegura que, ao fim de cada show, uma ghostlight estará iluminando a noite do teatro. Kim Russell, stage manager do musical Legalmente Loira, explica, em entrevista ao site da Playbill, que "você tem a ponta do palco levando ao poço da orquestra, e se não houvesse luzes e alguém fosse entrar acidentalmente, seria muito fácil simplesmente sair da borda do palco e cair. Pode ser perigoso."

Mas essa é apenas a parte prática. Existe também a crença generalizada de que a ghostlight irá afastar ou distrair fantasmas. Os funcionários também contam que a superstição em torno do tema é de que todo teatro é habitado por espíritos de antigos atores, diretores ou outras figuras que fizeram parte da história do lugar. O TDF Theatre Dictionary diz que outros supersticiosos do teatro já acreditam que os fantasmas precisam de ajuda, e que a luz serve para guiar o caminho para estas “almas” que circulam o lugar durante a noite. Diante de tantos boatos e depoimentos que juram ser verdadeiros, as lendas sobre essa luz tornaram-se, com o passar dos anos, uma tradição do teatro musical internacional. Mas e aqui? Em Fortaleza, Ceará. Rua Nogueira Acioli, 891. Será que existem fantasmas para assombrar, cuidar e, acima de tudo, contar as histórias do Teatro do Ibeu? Texto: Beatriz Duboc, “Jornatriz”.

Galeria

FICHA TECNICA

  • Direção Geral - André Gress
  • Direção Musical - Gerardo Viana
  • Roteiro - Daniel Marinho, André Gress
  • Versão Brasileira - Daniel Marinho, Diogo Victor
  • Assistente de Direção - Daniel Marinho, Wanessa Lugoe

  • PRODUÇÃO - The Biz - Escola de Artes

  • Operador de Som - Roger Gonçalves
  • Microfonista - Járysson de Queiroz

  • Cenário - Mayra Veras, Mariana Campos, Criativo The Biz
  • Cenotécnica, Daniele Morais

  • Designer de Luz e Supervisão Técnica - Solon Farias Neto
  • Operador de Luz - Solon Farias Neto

  • Maquiagem - Bia Duboc
  • Figurinista - Isaias Leal
  • Produção de Figurinos - Fernanda Santos, Marina Pereira
  • Costureiras - Roberta Rocha, Valdeci Silva, Maria de Fátima Santos, Janete Silva, Fátima Vieira, Rosilda Varela

  • Identidade Visual - Beatriz Matos, Barbarah Freire
  • Making Of - LF Studios

  • CONCEITO ORIGINAL - André Gress